quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

PETE SEEGER - UMA LENDA QUE SE VAI....

Pete Seeger - legenda do folk americano
Pete Seeger, falecido na segunda-feira aos 94 anos em Beacon, no Estado de Nova York, foi a grande consciência dos Estados Unidos através de centenas de canções, que documentavam as injustiças, as lutas e os sonhos da sociedade civil norte-americana no século XX.
Durante os anos sessenta, envolveu-se na luta pelos direitos civis dos negros apoiando os ativistas. De fato, um dos hinos do movimento, liderado por Martin Luther King Jr., foi uma de suas canções We shall overcome, que na verdade era uma variação que fez de um velho canto espiritual do gospel. E, antes de que a Guerra do Vietnã se convertesse em um assunto nacional, em parte porque não paravam de chegar caixões com jovens soldados tombados em solo vietnamita e estes não queriam ser recrutados, Seeger se opôs com veemência à intervenção militar norte-americana. Dedicou uma feroz canção ao presidente Lyndon Johnson em meados dos anos sessenta por sua agressiva política exterior, chegando a ser censurado na televisão.
Amante das essências do folk, relutante em modernizar do gênero, o que o levou a ter uma audiência a cada vez mais reduzida, o nome de Seeger também está associado a uma das lendas mais conhecidas da música norte-americana. É aquela na que se conta que ele tentou, com um machado, cortar os cabos da guitarra que Bob Dylan utilizou durante sua atuação no célebre festival de Newport de 1965, quando o bardo de Minnessotta começou sua revolução sonora que o levaria a converter em uma estrela pop à altura de The Beatles. Com os anos, várias testemunhas daquele show desmentiram tal acontecimento, embora ninguém duvide nunca do aguerrido caráter de Seeger, que às vezes era muito mal humorado.
Sem deixar nunca de compor e recuperar composições tradicionais, cantou para o movimento operário, apoiou a luta pelo meio ambiente e clamou contra as campanhas belicistas. Destinou os benefícios que recebia pela canção We shall overcome às organizações que apoiavam os afro-americanos mais desfavorecidos do Sul. Nunca separou seu ideário político de sua música, chegando a dedicar um disco às Brigadas Internacionais na Guerra Civil Espanhola. 
Antes, em 1994, Bill Clinton tinha concedido a ele a prestigiosa Medalha Nacional das Artes por sua contribuição à cultura norte-americana. Por seu 90º aniversário, celebrou-se um concerto homenagem no Madison Square Garden no que Bruce Springsteen o apresentou como "um arquivo vivo da música americana e de sua consciência, um testamento do poder da canção e a cultura”. Ali estiveram Emmylou Harris, Joan Baez, Roger McGuinn de The Byrds ou John Mellencamp.
Na verdade, é muito difícil encontrar no panorama musical de hoje gente da amplitude de Pete Seeger. Músicos que em si mesmos são seiva da América do Norte por seu discurso popular, sua obra de rua, sua influência em várias gerações e seu compromisso com sua arte e seu meio. Em suma, é muito difícil, neste mundo de consumo instantâneo, no qual poucas coisas parecem perdurar, captar o tamanho e o corte da figura de Seeger, o músico que dizia de sua humilde guitarra: "Este instrumento pega o ódio e o obriga a se submeter". Era sua espada, brandindo sempre contra os algozes.

Pete Seeger - Michael Row The Boat Ashore (+playlist)

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

ruy gessinger: SE VIVESSEM HOJE, MEUS PAIS E AVÓS ESTARIAM NA PRI...

Que gostoso ler textos de gente antenada. Parabéns meu amigo Gessinger.
ruy gessinger: SE VIVESSEM HOJE, MEUS PAIS E AVÓS ESTARIAM NA PRI...:   Um empresário amigo me disse, num programa de que participo na TV Pampa: “Se nossos pais fossem vivos hoje, iriam para a cadei...

segunda-feira, 18 de novembro de 2013



Post copiado do blog do meu querido amigo Ivan Saul "lá dos suls"..apreciem....
Os burocratas e o pelotão - Afif Jorge Simões Neto
Homenageando o autor meu amigo, confrade e quase colega Afif Jorge Simões Neto - Juiz de Direito em Santa Maria -  RS.
Continua o combate aos "burocratas" que atravancam o cotidiano.

No seu livro O amor acaba, o cronista mineiro Paulo Mendes Campos não deixou por menos: o câncer mata mais ou menos depressa; a burocracia, mais impiedosa, não tem pressa. De quanto mais tempo dispuser para comer teu tempo e teu gosto de viver, melhor para ela. É a coisa mais chata do mundo moderno.



Pois animado pela possibilidade de regenerar um que outro burocrata empedernido, tomei de mim e dos meus filhos um tempo sem retorno e fui atrás das explicações científicas. Após uma sucessão de entrevistas com o pessoal ligado à tenebrosa área de atravancagem da vida alheia e à coleta de prova documental, capaz de entupir os graneleiros da cooperativa, atestei: não tem solução.

- Eta, racinha bandida!

O que me impressionou de verdade neste trabalho de campo é que nenhum burocrata se assume como tal. Todos se têm como muito preocupados em bem atender a massa societária que o vulgo chama de contribuinte. Ninguém figura como culpado pela burocracia, e ainda não nasceu quem possa se achar responsável por ela. Típica filha bastarda, a procura de um pai que lhe empreste o sobrenome.

A mulher doente que veio lá da Vila do Cachorro Sentado, em busca apenas de um benefício frugal a que tem direito por tempo de serviço, com um filho em cada braço, e mais uma chusma galga por boia que ficou em casa, vai ter que voltar na semana que vem, sentencia o funcionário. Barnabé treinado à exaustão para a terrível arte de negar, como disse o sábio J. Bicca Larré em uma de suas crônicas dominicais no Diário de Santa Maria. Enquanto fala, um filete de baba começa a escorrer pelos cantos da boca. É o gozo oral advindo da maldade. A satisfação do embaraço, de se mostrar graúdo ao miserável que só precisa de um simples naco de papiro floreado para seguir tocando a vida.

Uma Amazônia de árvores necessita ir pro chão regularmente para aplacar a fome da burocracia, que se alimenta do excesso de decretos, portarias e formulários. Quanto maior for a tranqueira legal que o burocrata possa causar à rotina das pessoas, mais brilhoso ficará seu olhar por detrás do balcão da repartição pública.

Burocrata que se preze, os de carteirinha, não resolve coisa alguma. O negócio dele é pedregulhar o caminho das pessoas, com frases do tipo “lamento muito, mas o seu prazo venceu ontem”. Mentira! Lamenta umas pivicas. Ele se lambe de prazer quando consegue transformar a solução em espinheira. Tem verdadeira idolatria por carimbos e almofadinhas e passa o tempo matutando uma fórmula ainda mais nazista de ferrar quem se vê obrigado a lhe pedir bênção.

Antonio Silveira Pires (ex-secretário do governador Ildo Meneguetti), no livro “Aspecto Contagioso da Mediocridade”, relata a alegria de um burocrata impondo mais sofrimentos a um velho aposentado, que tivera os pagamentos suspensos até que apresentasse diversos documentos. Dentre tantos papéis, deveria mostrar atestado de que estava vivo, de modo a evitar que herdeiros continuassem, via procuração, recebendo em lugar do falecido. O pobre velho, depois de longa peregrinação, entregou alegre, por incrível que pareça, o papelório solicitado. O burocrata, do alto de sua impenitência, ao examinar o “atestado de vida” relativo ao ano então em curso, não se deu por vencido:

– Falta o atestado de vida do ano anterior!

São ou não são uns vermes com CPF?

Agora que o companheiro Fidel entregou de vez a rapadura, bem que ele podia nos ceder por uma quinzena bem chorada o seu tão prestimoso paredão. É claro que não seria para testar ninguém do Big Brother e muito menos para executar ativistas da oposição federal, até porque hoje ela tem tanta utilidade em nosso país quanto buzina em avião. O empréstimo teria outra finalidade, bem mais proveitosa: dizimar alguns burocratas à guisa de exemplo. No embalo do estanho, também iriam para a banha quente os juízes que se vendem e os políticos corruptos, embora acredite que vá faltar bala quanto aos últimos!

O fuzilamento aconteceria, já imagino, numa sexta-feira neblinada e após o expediente. Em vez do bar, a praça pública. No lugar do chope com colarinho duplo o cheiro de pólvora entrando pelo nasal. Os demais burocratas – aqueles com menor potencial ofensivo, e que seriam poupados da eliminação física, por enquanto – receberiam uma convocação extraordinária para presenciar, em obsequioso silêncio, a cena educativa. Ah, e sem o direito a exclamações de espanto na hora em que o pelotão estiver a postos para empeçar tão sublime ato de extermínio.

Se vai causar algum efeito o método pedagógico da execução sumária, não tenho como prever de antemão. Mas uma coisa é certa: os que sobrarem irão pensar duas vezes antes de mandar voltar na próxima semana quem apenas veio em busca de um papel floreado para seguir tocando a vida...


Saudações Ovelheiras!

Ivan Saul D.V.M. M.Sc.Vet. – Granja Po’A Porã, 16/nov/2013.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Análise clara do historiador Marco Villa...


A herança maldita

  • Em meio a esta barafunda, não causam estranheza o ataque, o controle e a sujeição do Supremo Tribunal Federal à horda lulista
ARTIGO – MARCO ANTONIO VILLA
Publicado:
O lulismo vai deixar sinais indeléveis no Estado brasileiro. E, pelo visto, deve permanecer no poder até, no mínimo, 2018. Inexiste setor do Estado em que não tenha deixado sua marca. A eficácia na tomada do aparelho estatal é parte de um projeto de manietar o país, de controlar os três poderes.
O grande empresariado foi se transformando em um dos braços do Estado. A cada dia aumentou sua dependência dos humores governamentais. Ter uma boa relação com o Palácio do Planalto virou condição indispensável para o sucesso. O empresário se tornou capitalista do capital alheio, do capital público. Para a burguesia lulista, nenhum empreendimento pode ter êxito sem a participação dos fundos de pensão dos bancos e empresas estatais, dos generosos empréstimos do BNDES e da ação direta do governo criando um arcabouço legal para facilitar a acumulação de capital — sem esquecer as obras no exterior, extremamente lucrativas, de risco inexistente, onde a empresa recebe de mão beijada, sem concorrência, como as realizadas na África e na América Latina.
A petrificação da pobreza se transformou em êxito. Coisas do lulismo. As 14 milhões de famílias que recebem o benefício do Bolsa Família são, hoje, um importante patrimônio político. Se cada família tiver, em média, 4 eleitores, estamos falando de 1/3 do eleitorado. A permanência ad aeternum no programa virou meio de vida. E de ganhar eleição. Que candidato a presidente teria coragem de anunciar o desejo de reformar o programa estabelecendo metas de permanência no Bolsa Família?
A máquina do Estado foi inchada por milhares de petistas e neopetistas. Além dos quase 25 mil cargos de assessoria, nos últimos onze anos foram admitidos milhares de novos funcionários concursados — portanto, estáveis. Diversamente do que seria razoável, a maior parte não está nas áreas mais necessitadas. Um bom (e triste) exemplo é o das universidades federais. Foi realizada uma expansão absolutamente irresponsável. Faculdades, campi, cursos, milhares de funcionários e docentes, para quê? Havia algum projeto de desenvolvimento científico? A criação dos cursos esteve vinculada às necessidades econômicas regionais? Foi realizado algum estudo das carências locais? Ou tudo não passou, simplesmente, de atendimento de demandas oligárquicas, corporativas e para dourar os números do MEC sobre o total de universitários no país?
Sem ter qualquer projeto para o futuro, foi acentuado o perfil neocolonial da nossa economia. Vivemos dependentes da evolução dos preços das commodities no mercado internacional — e rezando para que a China continue crescendo. Não temos uma política industrial. O setor foi perdendo importância. O investimento em ciência e tecnologia é ínfimo. A chamada nova economia tem importância desprezível no nosso PIB. A qualificação da força de trabalho é precária. Convivemos com milhões de analfabetos como se fosse um dado imutável da natureza.
A política externa amarrou o destino do Brasil a um terceiromundismo absolutamente fora de época. Nos fóruns internacionais, o país se transformou em aliado preferencial das ditaduras e adversário contumaz dos Estados Unidos. Abandonamos o estabelecimento de acordos bilaterais para fomentar o comércio. Enquanto o eixo dinâmico do capitalismo foi se transferindo para a região Ásia-Pacífico, o Brasil aprofundou ainda mais sua relação com o Mercosul. Em vez de buscar novas parcerias, optamos por transformar os governos bolivarianos em aliados incondicionais.
Entre os artistas, a dependência estatal foi se ampliando. Uma simples peça de teatro, um filme, um show musical, nada mais é realizado sem que tenha a participação do Estado, direta ou indiretamente. Ter bons relações com o lulismo virou condição indispensável para a obtenção de “apoio cultural”. Nunca na história republicana artistas foram tão dependentes do governo — nem no Estado Novo. E cumprem servilmente o dever de obediência ao governo, sem qualquer questionamento.
O movimento sindical foi apresado pelo governo. Os novos pelegos controlam com mão de ferro “seus” sindicatos. Recebem repasses milionários sem ter de prestar contas a nenhum organismo independente. Não vai causar estranheza se o Congresso — nesta escalada de reconhecer novas profissões — instituir a de sindicalista. A maioria dos dirigentes passou rapidamente pela fábrica ou escritório e está há décadas “servindo” os trabalhadores. Ser sindicalista virou um instrumento de ascensão social. E caminho para alçar altos voos na política.
O filé mignon do sindicalismo são os fundos de pensão das empresas e bancos estatais. Seus diretores — do dia para a noite — entraram no topo da carreira de profissionais do mercado financeiro. Recebem salários e bonificações de dar inveja aos executivos privados. Passam a conviver com a elite econômica. São mimoseados pela burguesia financeira de olho nos recursos milionários dos fundos. Mas ser designado para a direção do Fundo de Amparo ao Trabalhador é o sonho dourado dos novos pelegos.
Em meio a esta barafunda, não causam estranheza o ataque, o controle e a sujeição do Supremo Tribunal Federal à horda lulista. Os valores éticos e republicanos não combinam com sua ação política. Daí a necessidade de aparelhar todas as instâncias do Estado. E colocá-las a seu serviço, como já o fez com o Congresso Nacional; hoje, mero puxadinho do Palácio do Planalto.
Na república lulista, não há futuro, só existe o tempo.
Marco Antonio Villa é historiador

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A lista dos que se omitiram na cassação do Dep. Donadon Papuda...

Deputado Donadon em sua nova casa legislativa
Divulgo aqui a lista dos 104 deputados federais que se abstiveram de votar nesta sessão de quarta feira (29 de agosto) mesmo tendo, dentre estes, 50 que estavam presentes em plenário. Com certeza, no intuíto maior de preservar a bandalheira que ocorre dentro desse Congresso ordinário, os ditos representantes do povo, protegeram mais um dos ladrões travestidos de políticos. Isso é uma afronta a todos os brasileiros de bem. Temos que, de uma forma ou outra, dar um basta em toda essa sujeira que grassa pelo País inteiro. Esse vagabundo que tem por nome Natan Donadon , atualmente sem partido, foi condenado pelo STF a mais de 13 anos de prisão e cumpre pena de prisão no Presidio da Papuda, onde de a muito já deveria estar trancafiado. . Para sua cassação eram necessários 257 votos. Não se conseguiu os votos necessários ( só 233 a favor da cassação) . Faltaram 24 votos para tirar esse bandido o cargo de Deputado.   Esses da listagem se tivessem cumprido com sua obrigação, e praticassem o voto, daria o quorum necessário para se dar início a faxina geral necessária no Congresso Nacional. Lugar de ladrão...é na cadeia. E não dentro do Congresso Nacional. Se observarmos a listagem com atenção, veremos que muitos nomes desses por si só se justificam porque não votaram. É só puxar a ficha deles que está explicado.  Mas vamos aos "ilustres" coniventes com mais esse desmando. Os nomes do que votaram contra a cassação não se sabe pois eles se escondem atrás da famigerada "votação secreta". 
DEM (6 não votaram)
ABELARDO LUPION
BETINHO ROSADO
CLAUDIO CAJADO
ELI CORREA FILHO
JORGE TADEU MUDALEN
LIRA MAIA

PC do B (2 não votaram)
ALICE PORTUGAL
JANDIRA FEGHALI

PDT (3 não votaram)
ENIO BACCI
GIOVANI CHERINI
GIOVANNI QUEIROZ

PMDB (15 não votaram)
ALCEU MOREIRA
ANDRÉ ZACHAROW
ARTHUR OLIVEIRA MAIA
ASDRUBAL BENTES
CARLOS BEZERRA
DARCÍSIO PERONDI
ELISEU PADILHA
GABRIEL CHALITA
GENECIAS NORONHA
JOSÉ PRIANTE
JÚNIOR COIMBRA
LEONARDO QUINTÃO
MÁRIO FEITOZA
NEWTON CARDOSO
RENAN FILHO

PMN (1 não votou)
JAQUELINE RORIZ

PP (14 não votaram)
AFONSO HAMM
BETO MANSUR
CARLOS MAGNO
GUILHERME MUSSI
JOSÉ LINHARES
JOSÉ OTÁVIO GERMANO
LUIZ FERNANDO FARIA
PAULO MALUF
PEDRO HENRY
RENATO MOLLING
RENZO BRAZ
TONINHO PINHEIRO
VILSON COVATTI
WALDIR MARANHÃO

PPS (2 não votaram)
ALMEIDA LIMA
ARNALDO JARDIM

PR (8 não votaram)
BERNARDO SANTANA DE VASCONCELLOS
INOCÊNCIO OLIVEIRA
LAERCIO OLIVEIRA
MANUEL ROSA NECA
VALDEMAR COSTA NETO
VICENTE ARRUDA
ZÉ VIEIRA
ZOINHO

PRB (1 não votou)
VILALBA

PSB (6 não votaram)
ABELARDO CAMARINHA
ALEXANDRE ROSO
ANTONIO BALHMANN
BETO ALBUQUERQUE
PAULO FOLETTO
SANDRA ROSADO

PSC (2 não votaram)
NELSON PADOVANI
PASTOR MARCO FELICIANO

PSD (12 não votaram)
DR. LUIZ FERNANDO
EDSON PIMENTA
EDUARDO SCIARRA
ELIENE LIMA
FERNANDO TORRES
HEULER CRUVINEL
HOMERO PEREIRA
JOÃO LYRA
JOSÉ CARLOS ARAÚJO
MANOEL SALVIANO
MARCOS MONTES
SÉRGIO BRITO

PSDB (6 não votaram)
CARLOS ROBERTO
MARCO TEBALDI
MARCUS PESTANA
PINTO ITAMARATY
SERGIO GUERRA
VANDERLEI MACRIS

PT (21 não votaram)
ANGELO VANHONI
ANSELMO DE JESUS
ARTUR BRUNO
BETO FARO
BIFFI
BOHN GASS
IRINY LOPES
JOÃO PAULO CUNHA
JOSÉ GENOINO
JOSIAS GOMES
LUIZ ALBERTO
MARCON
MARINA SANTANNA
MIGUEL CORRÊA
ODAIR CUNHA
PEDRO EUGÊNIO
PEDRO UCZAI
ROGÉRIO CARVALHO
RONALDO ZULKE
VICENTINHO
WELITON PRADO

PTB (2 não votaram)
JOVAIR ARANTES
SABINO CASTELO BRANCO

PTdoB (1 não votou)
ROSINHA DA ADEFAL

PV (1 não votou)
EURICO JÚNIOR

SEM PARTIDO (1 não votou)
ROMÁRIO

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Língua Alemã...fácil...fácil...

O Canguru (Beutelratten)

A língua alemã é relativamente fácil. Aquele que sabe latim e está habituado com suas declinações aprende rapidamente. Isto, dizem todos os professores de alemão logo na primeira lição. E começam a ensinar você  os der, des, dem, den, die e dizem que logo é tudo igual. É muito sensível. Para ver claro, vamos aqui, estudar bem o alemão usando um pequeno e simples exemplo :
Primeiro se toma um livro em alemão. É um magnífico volume, forrado de tecido, publicado em Dortmund e trata dos usos e costumes dos Hotentotes (em alemão hottentotten).
O livro nos ensina que os cangurus (Beutelratten) são capturados e metidos em jaulas (Kotter), cobertas com uma tela (Lattengitter) para proteger-los do mau tempo. Essas jaulas se chamam em alemão, jaulas cobertas de tela  (Lattengitterkotter) e quando está dentro o canguru, a isso se chama (Lattengitterkotterbeutelratten), o canguru da jaula coberta com tela.
 Um dia os Hotentotes prenderam a um assassino (Attentater), acusado de haver morto uma mãe (mutter) Hotentota (Hottentottermutter), mãe de um menino tonto e tartamudo (stottertrottel). Essa mãe, tem por nome em alemão Hottentottenstottertrottelmutter e seu assassino se chama Hottentottenstottertrottelmutterattentater.

digo eu, Ivanhoé....pausa para uma reflexão...( lembrar do Ruy Gessinger e de Lissi Bender lá dos pagos frios do sul)..... seguimos....

A policia o capturou e o meteu dentro de uma jaula de canguru (Beutelrattenlattengitterkotter), porem minutos depois o preso se evadiu. A seguir começa a correria atrás do foragido e logo surge um guerreiro Hotentote gritando a todos pulmões:
-  Eu capturei o assassino !!!!!  (Attentater, recordemos).
- Qual assassino pergunta o  chefe.
- Ao Lattengitterkotterbeutelratterattentater -responde o guerreiro.
- O assassino que estava na jaula dos cangurus coberta com tela ??? -disse o chefe dos Hotentotes.
É, responde a duras penas o indígena - o Hottentottenstottertrottelmutteratentater. ( o assasssino da mãe Hotentota do menino tonto e tartamudo).
- Anda, demônios, - contesta o chefe Hotentote. - poderia ter dito desde o início que havias capturado ao
Hottentotterstottertrottelmutterlattengitterkotterbeutelrattenattentater. 

Aí...volto eu..depois de lembrar do nosso guru mestre Ruy Gessinger e da Lissi Bender lá das bandas da "Alta Pikade" , Santa Cruz do Sul, Rio "Krande do sul".

simples...simples....o linguajar alemão!!! Basta um pouco de interesse da vossa parte, caros luminares, apenas um pouco de esforço!!!!!
(texto adaptado)

   
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