A gaita de Toots Thielemans ficou em silêncio. Mestre da harmônica, guitarrista, assobiador, Jean-Baptiste "Toots" Thielemans morreu nesta segunda feira, 22 de agosto aos 94 anos de idade. Mes passado teve uma queda em sua residencia o que o levou a ser internado. Nascido em Bruxelas em 29 de abril de 1922, Toots se tornou universalmente conhecido depois de ter trocado o acordeão pela gaita de boca (ou harmônica) o que, segundo os críticos de arte que escrevem sobre jazz, o levou a ser um dos maiores gaitistas de jazz do século XX. O som da sua harmônica pode ser ouvida em trilhas de vários filmes, entre os quais o mundialmente conhecido Midnight Cowboy (Dusty Hofmann e John Voigt) eem varias redes de televisão pelo mundo afora. Tocou e gravou com músicos do mundo inteiro , como, Ella Fitzgerald, Quincy Jones, Bill Evans, Paul Simon, Billy Joel, nossas queridas brasileiras Astrud Gilberto, Elis Regina , Sivuca e tantos outros.
__________________________________________________________________________________________________________ Aqui vamos escrever algumas opiniões pessoais bem como passagens por esse mundão velho de Deus...
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Toots Thielemans - Bluesette
A gaita de Toots Thielemans ficou em silêncio. Mestre da harmônica, guitarrista, assobiador, Jean-Baptiste "Toots" Thielemans morreu nesta segunda feira, 22 de agosto aos 94 anos de idade. Mes passado teve uma queda em sua residencia o que o levou a ser internado. Nascido em Bruxelas em 29 de abril de 1922, Toots se tornou universalmente conhecido depois de ter trocado o acordeão pela gaita de boca (ou harmônica) o que, segundo os críticos de arte que escrevem sobre jazz, o levou a ser um dos maiores gaitistas de jazz do século XX. O som da sua harmônica pode ser ouvida em trilhas de vários filmes, entre os quais o mundialmente conhecido Midnight Cowboy (Dusty Hofmann e John Voigt) eem varias redes de televisão pelo mundo afora. Tocou e gravou com músicos do mundo inteiro , como, Ella Fitzgerald, Quincy Jones, Bill Evans, Paul Simon, Billy Joel, nossas queridas brasileiras Astrud Gilberto, Elis Regina , Sivuca e tantos outros.
terça-feira, 5 de julho de 2016
"Barbárie do estupro"
Escreve o publicitário e jornalista Sérgio Gonzalez:
Débeis mentais da mídia brasileira passaram a disseminar o que chamam de “cultura do estupro”. Entre os muitos exemplos que tenho constatado, assisti a um programa de TV que tratava da “cultura do estupro”. Uma afronta ao significado do que realmente é cultura. É só consultar o Dicionário Aurélio, que assim define cultura:
“O complexo dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e doutros valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade: civilização”. (...) O desenvolvimento de um grupo social, uma nação, etc. que é fruto de esforço coletivo pelo aprimoramento desses valores. Atividade e desenvolvimentos intelectuais: saber, ilustração, saber.” Portanto, a expressão “cultura do estupro” não é apenas errada. É uma aberração linguística. No caso, o correto , é “barbárie do estupro”. Mas a mídia brasileira prefere usar frases de efeito. Ou então quer promover o estupro como um ato cultural.
Assim, ficaria no âmbito do Ministério da Cultura e seria beneficiada pela Lei Rouanet.
(extraído do blog do prévidi)
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Tempo e o Destino..N.Chaves e Vital Lima
Isso..é eterno...queridos amigos. Nilson e Vital Lima...
terça-feira, 31 de maio de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Não conheço o Walter Karwatzki. Mas o cara tem uma percepção extraordinária e escreve como poucos. Faz Doutorado em Processos e Manifestações Culturais, na Feevale. É de Maceió. Abaixo um texto dele no Facebook, um primor. As fotos aí acima ilustram o texto.
SOLIDÁRIOS ANJOS NÃO SE FOTOGRAFA
Um milagre no metrô.
Outra noite voltando de Novo Hamburgo, de metrô, este jovem me chamou a atenção por não estar usando uma roupa “quente”, pois a noite estava muito fria. Ele me perguntou se eu queria comprar umas pulseirinhas que ele fazia e eu disse que não. Deu para notar um sotaque muito forte castelhano. Eu perguntei de onde ele era ele respondeu: Piriapólis, Uruguai.
Eu disse que conhecia e ele fez uma cara engraçada de espanto.
Eu quis saber se ele não estava com frio e ele respondeu que sim, mas tinha vindo de Florianópolis e não tinha trazido roupa de frio.
Na estação Unisinos entrou outro rapaz que ao que tudo indicava era um estudante retornando para casa, e sentou-se próximo a nós. A mesma pergunta o “uruguaio” fez ao estudante. Não obrigado, eu não uso pulseirinhas.
A viagem continuou e o jovem estudante se levantou para preparar o seu desembarque e perguntou ao jovem uruguaio se ele não estava com frio, este respondeu que sim, que estava com “mucho” frio. O rapaz estudante, já em pé, colocou a mochila no chão, tirou a jaqueta e em um gesto que jamais eu tinha visto, retirou o blusão que usava por cima de uma camiseta e deu o blusão ao jovem que ficou sem saber o que fazer, assim como eu.
Na estação Canoas o rapaz estudante desceu e eu e o jovem ficamos a nos olhar. Ele vestiu o blusão com cuidado e ficou me olhando, rindo e balançando a cabeça. Eu não sabia o que dizer. Na minha cabeça só pensamentos malucos como um anjo que estuda na Unisinos e anda de metrô!
Que desprendimento aquele jovem tem com coisas materiais! Quem são estas pessoas? O que faz um jovem agir assim com um semelhante, estranho? Não consegui fotografar o momento que ele tira o blusão.
Como eu já tinha, sabe lá por que, fotografado o jovem uruguaio de camiseta regata, deixei ele se vestir com o blusão que ganhou e o fotografei. Foi até bom eu não ter tentado fotografar o rapaz que deu o blusão, pois anjos não se fotografam.
Extraído do Blog do Prévidi...Rio Grande do Sul...e incluo...ainda acredito na bondade das pessoas!
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)


