__________________________________________________________________________________________________________ Aqui vamos escrever algumas opiniões pessoais bem como passagens por esse mundão velho de Deus...
terça-feira, 8 de outubro de 2019
10 anos já se passaram...ela, jamais passará!!!!
0utubro de 2009...outubro de 2019. Dez anos já se passaram. que saudades querida.
ABJETO - Escreve o Glauco Fonseca:
Eu tomei três flaconetes de Epocler e vi toda a entrevista do Gilmar Mendes. É um pobre coitado bandido de toga que vai para o mais fedido lixão da história. É contraditório, rudimentar, ciclotímico e mentiroso. Nada mais. Será patrolado pela ética, esmagado pela justiça e pulverizado pelas forças da lei e do bem.
(extraído do blog do Prévidi - RS)
quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Chicago - Saturday In The Park (Live 2017)
Los Viejitos...quanta saudade...
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Dita Dura - Carlos Drumond de Andrade
DITA DURA-Carlos Drumond de Andrade
DITA DURA - MUITO BOM Para: "Ninguém é igual a ninguém. Todo ser humano é um estranho ímpar." - Carlos Drumond de Andrade -
Época da ditadura .... Na época da 'chamada' ditadura...
Podíamos namorar dentro do carro até a meia- noite sem perigo de sermos mortos por bandidos e traficantes. Mas, não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos ter o INPS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos corredores dos hospitais. Mas não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista, Mas, não podíamos falar mal do Presidente.
Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por “assédio sexual”, Mas, não podíamos falar mal do Presidente.
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso, Mas, não podíamos falar mal do presidente. Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência sendo preso por estar “alcoolizado”, Mas, não podíamos falar mal do Presidente. Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, Mas, não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados, Mas, não podíamos falar mal do presidente.
Hoje a única coisa que podemos fazer... ...é falar mal do presidente! que merda !
observação: Carlos Drummond de Andrade, mineiro de nascimento, foi um poeta, contista e cronista brasileiro, considerado por muitos o mais influente poeta brasileiro do século XX. Drummond foi um dos principais poetas da segunda geração do Modernismo brasileiro.
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
STF RADIOGRAFIA
PERDERAM A VERGONHA FAZ TEMPO....
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
Olha o puxa saco do Temer na área novamente...
Reparem ali atrás do Presidente da Cãmara dos Deputados, Rodrigo Maia e do Ministro da Economia , Paulo Guedes quem é a figura que reaparece aplaudindo entusiasticamente os poderosos do momento. Nada mais , nada menos que o suplente de deputado (não se reelegeu na última eleição somando apenas 38.000 votos no RS) Darcísio Perondi. Mais uma ratazana que deveria ser alijada da política brasileira. Era um dos dois principais puxa-sacos de Temer ( ou outro era MArun) que defenderam com unhas e dentes a "honestidade" do ex-presidente. Como sempre, esse tipo de político é o que sempre arranja um cantinho entre os poderosos de plantão. Trafega pelo meio com desenvoltura, fazendo conchavos, os mais estranhos e está surfando sempre nas altas ondas.
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